Tem alguma coisa nestes dezembros que faz-me dizer nonsenses pensar ridículos ouvir bobagens comer geléia de morango gostar de camarão e viajar sem sair do lugar.
Eu escrevo para viver. Não necessariamente como subsistência, mas como existência.
Todo o mais, está em transformação e, espero, evolução constante.
Aprecio sempre a opinião de gente como a gente, que gosta de discutir idéias, em vez de pessoas. Pessoas também se discutem, mas nem sempre é o que importa.
Tento ser autêntica, mesmo sabendo que a melhor das autenticidades não vale uma felicidade debaixo do céu. Sou daquele tipo de gente que suporta o fogo quando a maioria foi fazer algo mais agradável. Eu fico, e aí vou renascendo como posso. Um dia, quero voltar ao começo.
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[ Mais da mesma em http://miysu.blogspot.com ]
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